Liderar é urgente nas organizações
Por Adilson Neves
Nos tempos atuais muito se fala a respeito de liderança como competência essencial para vencer a crise e transformar o caos em oportunidade. Coach e empreededorismo têm sido palavras de ordem no meio empresarial nos últimos meses.
Liderança é um processo por meio do qual as pessoas assumem posições de “comando”, “coordenação” de grupo, com o objetivo de atingir um resultado, uma meta e gerar lucro ao negocio.
Quando se exerce o papel de líder, seja por definição da empresa, pela posição que ocupa no nível hierárquico, ou quando, para determinada situação você é quem tem as competências necessárias, faz-se necessário pensar quem são os componentes da equipe que serão liderados, como conduzi-los para a ação.
Ao assumir um papel de líder é preciso ter o olhar sobre todos, ter a visão crítica da situação que se apresenta, quem são as pessoas que compõem o grupo e qual o resultado a ser alcançado.
As pessoas que fazem parte do processo precisam ser geridas de forma que o líder conheça suas potencialidades, suas expectativas, suas competências, para que essas, quando inseridas num contexto estratégico, contribuam de uma maneira mais efetiva e eficiente.
O líder deve empreender, orientar, educar sua equipe, proporcionando aos liderados condições o para seu crescimento individual e profissional.
Praticar o coaching de sua equipe é ter o entendimento das diferenças individuais, de suas potencialidades e das possibilidades de sucesso. Deve ainda orientar seu time na condução do processo, tornando-se, desta forma, co-gestor, co-responsável pela ação.
Na visão de Gestão de Pessoas, liderar é empreender os talentos e saber como esses podem contribuir para o sucesso do trabalho.
Liderar ou exercer a liderança é ter o entendimento da cultura organizacional, do planejamento estratégico da mesma e alinhar sua equipe de acordo com as competências contributivas da cada um para atingir os resultados esperados.
É preciso conciliar os objetivos organizacionais com os individuais, e saber em que momento ocorre a interação, o ponto comum entre as partes envolvidas.
O líder deve ter em mente que as pessoas fazem os processos.
São elas que por meio de seu trabalho contribuem efetivamente para com a organização e com a equipe.
E quero terminar com uma frase de Mark Hurd, presidente mundial da HP (EUA), inserida na revista brasileira Exame, que disse assim: “Para nós, eliminar talentos e depois recontratá-los é uma estratégia cara e arriscada demais”, ao dar foco em manter as pessoas, mesmo com todas as turbulências do mercado mundial.
Se isso for uma lição estratégica, vamos copiar.